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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Educar nos três tempos: Presente, Passado e Futuro


Eu educo hoje com os valores que recebi ontem,
As pessoas que serão o amanhã.
Os valores de ontem, os conheço.
Os de hoje, percebo alguns.
Os de amanhã, não sei.
Se só uso os de ontem, não educo, condiciono.
Se só uso os de hoje, não educo, complico.
Se só uso os de amanhã, não educo, faço experiências às
Custas das pessoas.
Se uso os três, sofro... mas educo.

Por isso, educar é perder sempre, sem perder-se.
Educa, quem for capaz de fundir ontens, hojes e
Amanhãs, transformando-os num presente, onde o
Amor e o livre arbítrio sejam as bases.
Educa quem educará, porque é capaz de dotar os
Seres dos vários elementos de interpretação, dos
Vários “PRESENTES”, que lhes surgirão repletos de
“PASSADOS” em seus “FUTUROS”.
(Arthur da Távola)

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Trabalho em Grupo

e aí galerinha!!! vamos abusar da criatividade no trabalho hein! Vcs são mto capazes!!! Espero o melhor d vcs!!!

domingo, 18 de setembro de 2011

Atenção - CALENDÁRIO DE PROVAS

Prova dia 27/09 (terça)
Atenção aos horários:
·       804
7:00 – do nº 21 ao 46
7:50 – do nº 01 ao 20
·       801
8:40 – do nº 01 ao 25
9:30 – do nº 26 ao 45
·       802
10:40 – a turma toda!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sinais de Pontuação

Pontos de Vista
Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do 
livro de Português quando estourou a discussão.
— Esta 
história já começou com um erro — disse a Vírgula.
— Ora, por quê? — perguntou o Ponto de Interrogação.
— Deveriam me colocar antes da palavra "quando" — respondeu a Vírgula.
— Concordo! — disse o Ponto de Exclamação. — O certo seria:
"Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de 
Português, quando estourou a discussão".
— Viram como eu sou importante? — disse a Vírgula.
— E eu também — comentou o Travessão. — Eu logo apareci para o 
leitor saber que você estava falando.
— E nós? — protestaram as Aspas. — Somos tão importantes quanto vocês. Tanto que, para chamar a atenção, já nos puseram duas vezes neste diálogo.
— O mesmo digo eu — comentou o Dois-Pontos. — Apareço sempre antes das Aspas e do Travessão.
— Estamos todos a serviço da boa escrita! — disse o Ponto de Exclamação. — Nossa missão é dar clareza aos textos. Se não nos colocarem corretamente, vira uma confusão como agora!
— Às vezes podemos alterar todo o sentido de uma frase — disseram as Reticências. — Ou dar margem para outras interpretações...
— É verdade — disse o Ponto. — Uma pontuação errada muda tudo.
— Se eu aparecer depois da frase "a guerra começou" — disse o Ponto de Interrogação — é apenas uma pergunta, certo?
— Mas se eu aparecer no seu lugar — disse o Ponto de Exclamação — é uma certeza: "A guerra começou!"
— Olha nós aí de novo — disseram as Aspas.
— Pois eu estou presente desde o comecinho — disse o Travessão.
— Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um Ponto, nem uma Vírgula, é preciso os dois — disse o Ponto e Vírgula. — E aí entro eu.
— O melhor mesmo é nos chamarem para trazer paz — disse a Vírgula.
— Então, que nos usem direito! — disse o Ponto Final. E pôs fim à discussão.

Conto de João Anzanello Carrascoza